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Quinta-feira, 15 de Abril de 2010

A Natureza Brincalhona propõe Workshops para educadores, professores e público em geral…

 

Workshops

 

Duração

Datas Previstas

Preço

 Workshop de  Pinturas Faciais

3 H

Dia 24 de Abril 2010 das 10 H às 13 H

55,00 €

 Workshop de Modelagem de  Balões

3 H

Dia 01 de Maio 2010 das 10 H às 13 H

35,00 €

 Workshop Teatro de Sombras

6 H

Dia 15 de Maio 2010 das 10 H às 13 H e das 14.30 H às 17.30 H

55,00 €

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Dia 24 de Abril de 2010

 

  • Workshop de Pinturas Faciais 

Este workshop tem como objectivo iniciar os participantes na prática de  pinturas faciais. 

 

Público-alvo: educadores, professores e público em geral

Local: Incubadora D. Dinis – Rua da Carvalha, Parceiros – Leiria

 

Incluído na Inscrição:

Kit Pintura facial marca Snazaroo (kit inclui tintas anti-alérgicas e não tóxicas, uma esponja, um pincel, e um pequeno livro com ideias de pinturas). 

   

 

Dia 01 de Maio de 2010 

  • Workshop de Modelagem de Balões

Este workshop tem como objectivo iniciar os participantes na prática de escultura de balões, mediante exercícios e técnicas de balonismo.

 

Público-alvo: educadores, professores e público em geral

Local: Incubadora D. Dinis – Rua da Carvalha, Parceiros – Leiria

 

Incluído na Inscrição:

Saco de 100 Balões

Bomba Dupla Acção

 

            

 

Dia 15 de Maio de 2010

  • Workshop de Teatro de Sombras

Neste Workshop os participantes vão aprender arte de fazer sombras com as mãos e figuras ou silhuetas.

 

Público-alvo: educadores, professores e público em geral

Local: Incubadora D. Dinis – Rua da Carvalha, Parceiros – Leiria

 

Incluído na Inscrição: 

Livro de Sombras Chinesas

 

 

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publicado por verdinho_naturezabrincalhona às 18:05
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Concurso «Viver a Biodiversidade»

Para assinalar «2010, o Ano Internacional da Biodiversidade», a Natureza Brincalhona em parceria com a revista Palmo e Meio lançam o concurso «Viver a Biodiversidade».

 

Este concurso é destinado aos Jardins de Infância, Escolas Primárias e a todas as crianças em geral, e os trabalhos realizados deverão apelar à preservação e conservação do ambiente.

 

Os 3 trabalhos vencedores irão receber um livro da colecção “As Aventuras do Verdinho” e serão divulgados na edição de Junho da Palmo e Meio.

 

A data limite de envio dos trabalhos é 10 de Maio.

 

Mais informações em www.natureza-brincalhona.pt

 

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publicado por verdinho_naturezabrincalhona às 17:54
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Segunda-feira, 12 de Abril de 2010

B.I. DAS LIBELINHAS

Figura 1 A Libelinha - imperador Anax imperator (Leach, 1815) – subordem Anisoptera - com a típica coloração verde das fêmeas jovens desta espécie. Fotografia de Tamara van Krieken.

 

Nome comum: Libelinhas, Libélulas, Cavalinhos-do-diabo, Cavalinhos-de-ferro, Helicópteros, Corta-água, Lavadeiras, Tira-olhos, Donzelinhas, Lepidópteros, Odonatos.

 

Classificação científica:  Ordem Odonata (Fabricius, 1793). A Ordem é um nível de classificação científica de seres vivos, que agrupa várias Famílias de Espécies com semelhanças morfológicas e funcionais.

 

Grau de parentesco: Todos os Odonata pertencem à classe dos Insectos – Insecta - do Filo Arthropoda – animais invertebrados, com o corpo segmentado, revestido por um exosqueleto de um derivado da glucose denominado por quitina, e com patas articuladas. Muito provavelmente, é a mais bem sucedida classe de organismos vivos do planeta Terra, com mais de 1 milhão de espécies descritas e talvez com cerca de 1 milhão de espécies por identificar e descrever. Os Odonata são mais de 5500 espécies diferentes com o corpo alongado e divido em três segmentos – tagmata – cabeça, tórax e abdómen. Possuem 3 pares de patas e, quando alados, 2 pares de asas. A palavra Odonata tem origem no grego Odontos, que significa dente, pois as libelinhas possuem fortes mandíbulas.

 

Nome de Família: Os Odonata apresentam 3 subordens; Anisoptera, Zygoptera e Anisozygoptera. A subordem Anisoptera inclui as libélulas – odontes com asas transparentes, que permanecem na mesma posição quer em vôo ou em repouso, e em que o par de asas dianteiro é mais estreito do que o par de asas traseiro. Os olhos das libélulas são multifacetados e encontram-se quase unidos (Figura 1).

 

A subordem Zygoptera inclui as donzelinhas – odontes que, geralmente, quando em repouso colocam as asas sob o dorso. As asas destes odontes, dianteiras e traseiras, possuem praticamente as mesmas dimensões. Os olhos das donzelinhas encontram-se bem separados (Figura 2).

 

A subordem Anisozygoptera inclui as libelinhas primitivas. Actualmente esta classificação sistemática foi reestruturada, unindo as Anisoptera e Anisozygoptera numa subordem só, designada por Epiprocta.

 

 

Figura 2 A Donzelinha-azul Calopteryx virgo (Linnaeus, 1758) – subordem Zygoptera - com a típica coloração azul dos machos desta espécie. Fotografia de Patrick Dubois

 

 

Nacionalidade: As Odonata – libelinhas - podem ser encontradas em todos os continentes, excepto na Antárctida. A maior diversidade de espécies de Odonata pode ser encontrada nos trópicos.     

 

 

 

Figura 5 A ninfa – ou naíde – de uma libelinha com as mandíbulas extensíveis bem visíveis. Fotografia de Michelle Mahood.

 

 

Arte: A Arte Nova – Art Nouveau – ficou para sempre associada às belas formas criadas por vários artistas, e inspiradas na natureza. Nas obras de René Lalique, mestre vidraceiro e joalheiro, as formas naturais e orgânicas estão bem presentes, carregadas de simbologia, e as libelinhas poderiam ter sido as suas musas inspiradoras.

 

 

Simbologia: A simbologia das libelinhas difere entre as culturas ocidentais e orientais, como pólo negativo e positivo. Sob a perspectiva ocidental assumiu conotações negativas, estando frequentemente associada ao Diabo. Na Noruega e em Portugal chamam-lhes “Tira-olhos”, e no País-de-Gales são as “Serviçais da víbora” estando associadas à serpente. Mas as ninfas suportam a memória da simbologia Celta, sendo espíritos da água doce, metade mulher e metade serpente ou peixe, como no conto popular Melusine, que habitam rios e nascentes sagradas. Os povos germânicos chamavam-lhes Nyx, e representavam-nas metade mulher e metade dragão, guardiãs do anel dos Nibelungos. A representação germânica faz jus ao nome das libelinhas em inglês – dragonfly – voo do dragão. No oriente, onde os dragões simbolizam forças de grande bem, também as libelinhas simbolizam a vitória nas batalhas, a coragem, a força e a felicidade. É comum por todo o mundo, associar as libelinhas a águas puras e à força renovadora da natureza.

 

Ana Caramujo Marcelino Canas

Bióloga Marinha do Fluviário de Mora

 

Fluviário de Mora

Educação – Falas do Rio

Joaninha Duarte

Medrar na Ribeira Raia

 

Adaptado de:

A colecção BILHETES DE IDENTIDADE, de acordo com ideia original da Prof.ª Doutora Ana Paula Guimarães. 

 

O conceito dos BI’s dos Animais foi-me apresentado pela Mestre Joaninha Duarte, a quem agradeço muito, devo a amizade e com quem partilho muitos momentos felizes. 

                                                                                  Ana       

 

Bibliografia consultada:

 

Forey, Pamela; Forey, Peter. 1995. Vida animal nos rios e nos lagos. Pequenos Guias da Natureza. Plátano, Edições Técnicas. 1ª edição. Lisboa. 125p.

 

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publicado por verdinho_naturezabrincalhona às 14:51
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Sexta-feira, 9 de Abril de 2010

Lagarto-de-água

lagarto-de-água macho

Nome comum:

Lagarto-de-água

 

Nome científico:

Lacerta schreiberi  Bedriaga, 1878 

 

Morada:

Só existe, em todo o mundo, praticamente no noroeste da Península Ibérica.

Aparece da Primavera até início de Outono.

A partir de Março, os machos saem da letargia invernal e podemos vê-los a aquecerem-se ao sol.

Aparecem também nessa altura as crias, tendo as mais novas nascido no ano anterior. Mais tarde surgem as fêmeas.

Os adultos associam-se a zonas abundantes em pedras e matos densos; os jovens preferem habitats herbáceos, onde se refugiam com facilidade dos predadores.

 

Género:

Os machos são mais vistosos, com uma bela cabeça azul na Primavera, por vezes com cores muito saturadas, que também é mais imponente que a das fêmeas. No dorso ostentam uma mistura de pontos verdes e pretos, que nas fêmeas tomam forma de malhas, conforme se vê na fotografia do casal (fêmea à direita).

 

Comportamento:

No Parque Biológico de Gaia é possível normalmente vê-los relativamente perto, a partir de Março/Abril, normalmente junto de regatos onde a água borbulha e a vegetação típica atrai uma grande variedade de invertebrados e mimetiza os répteis de que estamos a falar.

Como estes e outros animais selvagens quase sempre nos vêem primeiro que nós a eles, há uma série de comportamentos que o ser humano ignora. Algo que ocorre invariavelmente é que, se vires algum, não deves fazer barulho, nem gestos bruscos, e evita aproximares-te, pois ele irá desaparecer no meio das plantas rapidamente.

 

lagarto-de-água casal

 

Alimentação:

Nutre-se basicamente de invertebrados como coleópteros, dípteros, aracnídeos, incluindo na ementa insectos com fases larvares aquáticas. À medida que a Primavera avança, varia sazonalmente a dieta, podendo incluir segundo a bibliografia alguns frutos silvestres.

 

Filiação e nascimento:

Pertence à família dos Lacertídeos.

Entre Maio e Julho, as fêmeas põem de seis a 17 ovos, eclodindo estes ao fim de dois a três meses de incubação.

 

Habitat:

Margens de ribeiros e lagos, revestidos de vegetação autóctone espontânea, mas pode aparecer também em jardins com uma vegetação que lhes proporcione alimento e abrigo.  

 

Comprimento:

Cerca de 20/30 cm.

 

Curiosidades:

Esta espécie é endémica da Península Ibérica. Isso quer dizer que as suas populações selvagens, típicas de habitats atlânticos, só existem nesta região.

Em Portugal, a longevidade máxima detectada é de oito anos.

A espécie encontra-se em regressão populacional, sobretudo pela perda de habitat e pela introdução de plantas exóticas infestantes, que prejudicam à biodiversidade.

  

lagarto-de-água juvenil

 

Bibliografia:

«Plano Sectorial da Rede Natura 2000», Janeiro 2006, Fauna: anfíbios e répteis.

 

Conteúdo Desenvolvido por:
 
Parque Biológico de Gaia
http://www.parquebiologico.pt

 

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publicado por verdinho_naturezabrincalhona às 15:03
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